O blog
Dizem que falar aos cotovelos é ruim. Dizem que expressar opinião é ótimo, em alguns casos. Unindo ambas as coisas essa pequena garota irá tentar defender as suas próprias opiniões rebeldes e muitas vezes sem causa, de coisas cotidianas, valhas ou às vezes inúteis; passando o tempo aqui, vendo as horas voarem e digitando descontroladoramente palavras aleatórias, porque isso sim é de sua estranha natureza.

Quem
Gabriela Andrade, uma senhorita com 23 anos vividos de misturas sentimentais, questões polêmicas, questionamentos insanos e utópicos sobre o mundo, englobados em torno de muitas confusões. Anseia por um futuro melhor, mas se saberá o que será do temido e exasperado amanhã?

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Sem destinatário
Comentários (17) // sábado, 21 de maio de 2011
Querido moço das minhas estrelas, hoje foi um dia frio em que muito estive pensando em você e tentando, confesso, desviar-te dos meus pensamentos. É que reminiscências não são bem vindas ao coração que chora. E é que muito se complica o estudo quando você paira nas infinitas linhas dos meus livros. E muito se complica o meu coração quando mergulhado em saudades suas. Mas vê, essa saudade é também culpa minha, pois mania tenho de platonicar-me (nos).
Ah, moço, por que a vida tende a ser assim? Quer dizer, por que essa mania tenho em mim?
Todos somos dotados de manias, bem sei, como aquela sua de sorrir de lado quando fica um pouco envergonhado; só que devo parar de alimentar ou colocar os olhos atentos nas que me fazem retroceder e cair em pedaços e pedaços após longas subidas de balão.
E moço, como foi o teu dia? Quem ficou no seu histórico de pensamentos? Sorriu, chorou, amou?
Só me preocupo se o teu rosto tenha ficado assim “:(” e, principalmente, se colaborei para que com o “(” ficasse....
Saiba que se baboseiras te digo, é porque palavras certas me faltam quando somente tenho tuntuntun descompassado.
Que sorrisos cheguem a tua janela ao acordar, que abraços te cerquem ao entardecer, que doçuras te capturem no teu inesperar e que sonhos bonitos te esperem ao deitar.

Com tudo isso embalado nessa pequena carta e mais todos os meus suspiros,
A moça que soluça corações.

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Papel e caneta
Comentários (9) // sábado, 14 de maio de 2011

Escrevo para respirar
Cada verso, uma tragada de ar.

Escrevo para sentir companhia.
Cada letra, uma alegria
Cada sílaba, um abraço morfológico
Cada palavra, uma carência resolvida.

Escrevo porque sou infinitos verbos
Em superespalhados versos
De aqui e de acolá,
Do sul ao norte
Deste meu coração forte.

Escrevo porque minhas lágrimas visíveis são
E meus sorrisos, escritos estão.

Escrevo para descomplicar-me
Para reduzir-me em linhas
Navegar em mundos
Ser outrem ou ninguém
Amar
Acabar...
Viver e ser
Reticências infinitas
Nessa poesia que é a vida.

Entrelinhas: o mar novamente está para poesia naufragada, haha.

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